sexta-feira, 28 de maio de 2010

Descanse em paz!

Quando perdemos alguém nosso coração abre um buraco, a dor é tão profunda que nesse momento alguns são egoístas e tomam as dores para si, como se sua dor fosse maior do que a de todos os outros. Não sou diferente de ninguém, também acho que minha dor é maior com a sua ausência, mas sei que muitos outros choram por você. Você era querida por todos. Por isso deixo registrado aqui a minha tamanha dor e minha imensa saudade.
Te amo "tia Dora". Descanse em paz!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Dora, a saudade começa a despontar no meu peito. Você vai fazer muita falta, mas tento pensar que Deus te quis perto dele mais rápido para que os que te amam não a vissem sofrer. Porque o seu sofrimento também era o nosso sofrimento.
Nunca te chamei de "tia Dora", mas não foi por falta de respeito ou qualquer outra coisa. Eu não te considerava uma tia, você para mim, sempre foi uma irmã. Descanse em paz!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010


Parabéns tia Zinha, muitas felicidades, muitos e muitos anos de vida! Te amamos!
Beijos

terça-feira, 11 de maio de 2010

segunda-feira, 10 de maio de 2010

O fim de semana passou voando.
Sábado estive na faculdade pela manhã e à noite fomos para uma reuniãozinha da casa da Horaciane e Cid. Saboreamos um delicioso caldo de feijão e ainda brincamos um pouquinho de Bingo. Fui deitar um pouco tarde.
Domingo, 7 da manhã, levantei animada. Eu e meu maridão fomos andar de bicicleta e enquanto pedalávamos fomos colocando o papo em dia. Reunimos mais tarde na casa da minha mãe em um almoço em família. Minha família está bem grande:
Mãe e José Raimundo; Márcia, Wilson, João Felipe, Daniela e Gabriel; Edson, Náuria, Carolina e Gabrieli; Beto, Raquel e Letícia; Cal; João Lúcio, eu, Pedro Henrique e Ana Paula. Quase vinte pessoas! Daqui a alguns anos vem a terceira geração...
Meus presentes do dia das Mães: um tênis, um porta retrato, um vaso de flores  e uma mensagem linda.



Meu sobrinho Renan.
Adorei a música, grande compositor.

Música composta em homenagem a um grande amigo, Fillipe Artenis, que tenta resumir um ponto de agradecimento e uma reflexão positivista desse cara que transmitiu tanta alegria aos que tiveram o prazer de conviver com ele. Uma singela homenagem em nome de todos os amigos.

LETRA:
Se a constancia do silencio
libertasse da saudade...
E ampliar por um momento
o que me rompe da percepção
Como uma antena captar
o que se passa na amizade
Por um breve momento... pra toda eternidade

No caminho há variaveis que nos deixam fluir
Independente do caminho paralelo que você foi seguir
O seu sorriso e presença ainda ecoa no ar
É um legado meu amigo, e assim com a gente, você sempre vai estar

É expandir pro alto o ato de viver
É a arte de existir dentro do coração...
É ver fluir no tempo o que você criou
Expandir sua alegria além de nossa compreensão

A intensidade de uma vida
não se mede com o tempo
E não se juga a trajetoria
na medida que conhecemos
O que é breve tende sempre a se eternizar
E que mantem por perto
E não se pode explicar

sábado, 8 de maio de 2010




Não sei porquê mas me lembrei dessa música. Quando estava grávida do meu filho Pedro Henrique eu cantava essa música para ele. Deitava confortavelmente e cantava acariciando minha barriga. Coincidência ou não depois que nasceu, nas horas que estava chorando ou um pouco nervosinho, eu cantava e ele logo acalmava, às vezes até adormecia.  Grávidas, conversem com seus filhinhos, cantem para ele, diga que o ama e que será bem vindo; ele vai te ouvir.
Beijos a todas as Mães.

Feliz dia das Mães


Uma mulher chamada Ana foi renovar sua carteira de motorista.
Pediram-lhe para informar qual era sua profissão.
Ela hesitou, sem saber como se classificar.

"O que eu pergunto é se tem algum trabalho", insistiu o funcionário.
"Claro que tenho um trabalho" exclamou Ana. "Sou mãe!"

"Nós não consideramos mãe um trabalho. Vou colocar dona de casa", disse o funcionário friamente.

Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.

"Qual é a sua ocupação?" perguntou.
Não sei o que me fez dizer isto. As palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora: "Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas."

A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar pra o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem.
Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.

Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.

"Posso perguntar" disse-me ela com novo interesse "o que faz exatamente?"

Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder: "Desenvolvo um programa de longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa).
Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas 
meninas).
Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda?).
O grau de exigência é a nível de 14 horas por dia (para não dizer 24)"

Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária, que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente abriu-me a porta.

Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 e outra com

Do andar de cima, pude ouvir meu novo experimento - um bebê de seis meses - testando uma nova tonalidade de voz.
Senti-me triunfante!

Maternidade... que carreira gloriosa!

Assim, as 
avós deviam ser chamadas Doutora-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas, as bisavós Doutora-Executiva-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas e as tias Doutora-Assistente.

Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, 
mães, esposas, amigas, companheiras, Doutoras na Arte de Fazer a Vida Melhor!Uma mulher chamada Ana foi renovar sua carteira de motorista.
Pediram-lhe para informar qual era sua profissão.
Ela hesitou, sem saber como se classificar.

"O que eu pergunto é se tem algum trabalho", insistiu o funcionário.
"Claro que tenho um trabalho" exclamou Ana. "Sou mãe!"

"Nós não consideramos mãe um trabalho. Vou colocar dona de casa", disse o funcionário friamente.

Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.

"Qual é a sua ocupação?" perguntou.
Não sei o que me fez dizer isto. As palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora: "Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas."

A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar pra o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem.
Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.

Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.

"Posso perguntar" disse-me ela com novo interesse "o que faz exatamente?"

Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder: "Desenvolvo um programa de longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa).
Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas 
meninas).
Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda?).
O grau de exigência é a nível de 14 horas por dia (para não dizer 24)"

Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária, que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente abriu-me a porta.

Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 e outra com seis meses.

Do andar de cima, pude ouvir meu novo experimento - um bebê de seis meses - testando uma nova tonalidade de voz.
Senti-me triunfante!

Maternidade... que carreira gloriosa!

Assim, as 
avós deviam ser chamadas Doutora-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas, as bisavós Doutora-Executiva-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas e as tias Doutora-Assistente.

Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, 
mães, esposas, amigas, companheiras, Doutoras na Arte de Fazer a Vida Melhor!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Indignação

Não poderia de deixar escrito a minha indignação quanto a esse episódio. Olhem como ficou o rosto da garotinha de dois anos que foi agredida pela procurada Vera Lúcia Gomes. Por que a justiça entregou uma criança aos cuidados dessa doente? Tantos casais "normais" não conseguem por vias legais adotar uma criança, às vezes porque são pobres. Pobreza não vai ser sinônimo de violência. Essa mulher não foi investigada suficientemente para se dar a guarda dessa pobre criança, que nunca mais, por menor que seja, vai esquecer esse episódio horrendo que viveu. Tomara que essa "bandida" seja encontrada o mais rápido possível e que se faça justiça. Que não fique presa apenas por algumas horas só porque tem um padrão de vida melhor, mas que fique dentro da cela para poder refletir no mal que causou a esse anjinho.

Notícias da minha tia Imaculada

Ela foi para casa, recebeu alta do hospital. Agora é só seguir as fisioterapias que tudo vai dar certo. Agradeço as orações e peço que continuem pedindo por ela a Deus.

O Cruzeiro agora vai enfrentar o São Paulo.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

05 de maio ( quarta-feira )

Estou tendo tanto trabalho para fazer da faculdade que mal tenho tido tempo de ficar na frente do pc. Não vejo a hora de chegar as férias, esse ano está muito corrido, outro dia mesmo era primeiro de janeiro e já estamos em maio. Nem sentimos os dias passarem e esse ano deve ser todo corrido assim, ainda mais que tem copa do mundo e eleições presidenciais.
Minha tia está melhorando aos poucos, graças a Deus, mas ainda continua internada. Continuem orando por ela.

domingo, 2 de maio de 2010

Atividades da faculdade

Eu não sou muito fã de ler textos muito longos, gosto de livros, mas ler artigos não é comigo. Acho artigos sempre muito chatos, cheio de coisas repetidas e além disso a gente tem que fazer resumos, resenhas e etc e tal. Pois eu tenho um artigo para fazer um resumo e entregar hoje. Já li o texto duas vezes e até agora não consegui começar o meu resumo. Mas de qualquer maneira tem que sair hoje.
Minha tia está se recuperando, graças a Deus, continua internada mas seu quadro melhorou bastante. Até já conseguiu falar ao telefone. Agradeço a todos que oraram por ela.

Seguidores