segunda-feira, 24 de maio de 2010

Dora, a saudade começa a despontar no meu peito. Você vai fazer muita falta, mas tento pensar que Deus te quis perto dele mais rápido para que os que te amam não a vissem sofrer. Porque o seu sofrimento também era o nosso sofrimento.
Nunca te chamei de "tia Dora", mas não foi por falta de respeito ou qualquer outra coisa. Eu não te considerava uma tia, você para mim, sempre foi uma irmã. Descanse em paz!

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